Coaching executivo em empresas

Nos tempos que correm, perguntem a um empresário qual é o maior activo da sua empresa e ele dirá necessariamente que são as pessoas. Efectivamente são elas que fazem a diferença. Por mais avanço que tiverem na psicologia se não tiverem as suas pessoas capazes de produzir resultados, nada feito.

E o que é isto de termos pessoas capazes? É certamente dotá-las das capacidades técnicas que permitam lidar de forma ganhadora com as suas tarefas. O que acontece é que nos nossos dias, de rápida disseminação da informação (artigos, vídeos, podcasts) é muito rápida e eficaz pelo que rapidamente toda a gente fica ao mesmo nível.

O que é que vai então neste momento diferenciar as pessoas. No meu entender são as competências suaves, as chamadas soft skills.

Esta semana recebi um cliente que me pediu ajuda porque embora se considere muito competente tecnicamente, neste momento, a evolução na sua carreira exige-lhe que se desenvolva na dimensão relacional. Dificilmente será um líder com resultados se não conseguir comunicar a sua vontade com clareza, dizia ele. Perdido entre o passado e o futuro, tem dificuldade em estar presente e isso ressente-se, principalmente nas novas tarefas.

Coaching e desenvolvimento pessoal são as melhores ferramentas que temos para ajudar um comercial, por exemplo, a automatizar as suas tarefas, poupando uma hora por dia ou então a conseguir voltar a um cliente que o trocou.

Muito mais do que ensinar o papel de um coach é criar as condições para que o potencial imenso das nossas pessoas se transforme em acção. Só nos falta isso aos portugueses: um pouquinho mais de acção. Potencial já temos nós de sobra.

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