Os exames nacionais e a ansiedade.

Está a chegar a altura mais importante do teu ano escolar, passaste 3 anos a batalhar e agora vai decidir-se se consegues ou não as notas que te vão permitir entrar no curso que tanto desejas.

Estudaste muito, entraste em explicações, mas há uma coisa que não consegues evitar: a carga emocional que os exames têm para ti. Esta carga emocional converte-se em ansiedade: pensas que não vais saber a matéria que sai  no exame; pensas que tens que fazer outras tarefas, como estar com amigos ou arrumar o teu quarto; arranjas desculpas para não estudar; não cumprir o plano de estudos; pensas em desistir no dia anterior porque ainda não sabes tudo, etc.

Como evitar a ansiedade, então?

  • Preparar o exame com antecedência.
  • Fazer um plano de estudo.
  • Não tomar medicação para a ansiedade sem prescrição médica.
  • Fazer os exames dos anos anteriores.
  • Ter tempo para fazer pausas, estar com os amigos e praticar exercício físico.
  • Ter expectativas realistas.

Por vezes não é evidente por estas dicas em prática e dizer adeus à ansiedade. Por isso, se não estiveres a conseguir controlar a ansiedade telefona-nos para o 252657054 ou escreve-nos para ajc@sementes.pt. Podemos fazer consulta presencial ou online, para começar. Temos tido muito bons resultados que podem ser a teu favor.

Esperamos o teu contacto. Até já!

Grupo de transformação pessoal (GTP)

 

Nos dias que correm, existem imensas pessoas que gostariam de poder vivenciar uma  experiência de mudança em grupo, num ambiente seguro e confidencial, com um espaço e pessoas com quem pôr em perspectiva a própria pessoa, a própria vida e escolher a partir daí, com confiança, aquilo que querem para si mesmas e para os que as rodeiam.

Se este é o seu caso, estamos a expandir esta metodologia GTP para alguns pontos do nosso país. Junqueira (Sementes) e Famalicão (Clínica Movement Saúde Integral) tiveram e estão a ter esta experiência e estamos agora a preparar tudo para que esta possa acontecer  em Braga e Maia e noutros pontos do nosso rectângulo cuja possibilidade ainda está a ser explorada.

Quanto aos objectivos desta experiência:

  • Viver  a liberdade de expressão e o desafio de entrar em comunicação
    com o(s) outro(s);
  • Conhecer a possibilidade de  afirmar-se como pessoa;
  • Poder dizer o que pensa sem medos, num ambiente aceitação e respeito.
  • Aprender a lidar com as diferenças dos outros (opiniões e valores);
  • Conhecer-se e olhar para si próprio de maneira diferente e mais potenciadora;
  • Aceitar-se a si próprio e começar um poderoso processo de transformação pessoal;
  • Usufruir de espaço e tempo de encontro consigo próprio, num contexto interativo de grupo.

As competências que se trabalham num GTP são as seguintes:

  • Comunicação verbal;
  • Competências de interacção;
  • Comunicação verbal;
  • Assertividade;
  • Poder de persuasão;
  • Falar em público;
  • Capacidades de liderança;
  • Atitude positiva;
  • Criatividade

Testemunhos 

Débora: ” Este grupo foi muito importante para conseguir finalmente sair de um emprego que me sugava a energia e arriscar fazer aquilo que sonhei.”

Pedro: ” Com o grupo consegui aceitar-me mais a mim próprio e depender menos de querer agradar aos outros.”

Mariana: ” Agora consigo ouvir melhor os outros como pretendia e tenho aprendido imenso com isso.”

Rogério: “Esta foi uma enorme oportunidade para saber que tinha aquele tempo para cuidar de mim.”

Se tiver alguma dúvida sobre este projecto pode escrever para António José Constantino – ajc@sementes.pt

Sonhar?

Num grupo de transformação pessoal (GTP) que estou a facilitar na Junqueira, uma amiga reafirma a sua luta contra o cinismo. Está pois em guerra contra a posição de muitas pessoas que desistiram de sonhar.
– Para que me vou pôr a sonhar? Para me desiludir e depois ficar pior do que o que estou? – conta ela.
Pergunto então para que servem os sonhos. Serão uma espécie de bomba relógio de desilusão? Porquê tanto medo de sofrer por causa dos sonhos?
Passeava com uma amiga pela Junqueira e ela falava-me de um sonho para logo a seguir dizer: “Eu sei que isso não vai acontecer”. Chamo a isto o absolutismo do impossível. Para sabermos que um sonho nosso não vai acontecer temos que ter uma certeza a 100%. Absoluta, como dizia. Enquanto que para acreditar na possibilidade de um sonho acontecer, basta um bocadinho de fé. Um 0,01% basta.
No coaching psicológico para além dos objectivos, trabalha-se muito com sonhos. Embora haja sempre uma implicação de agir no sentido do que se quer. Na psicoterapia as pessoas sonham-se mais livres e mais auto-confiantes.
Creio que há lugar ainda para uma experienciação do sonhar de forma assistida e antevejo um enorme poder terapeutico disso.
E como é que funciona isto do sonhar? É preciso aprender? É preciso praticar?